I. INTRODUÇÃO
Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho a todas as criaturas, aleluia!
SÃO MARCOS, EVANGELISTA
(vermelho, glória, pref. dos apóstolos II, – ofício da festa)
(Mc 16,15)
João Marcos era membro de uma família de Jerusalém que pôs sua casa à disposição dos primeiros cristãos.
Acompanhou Paulo em sua primeira viagem apostólica. Foi discípulo de Pedro em Roma.
A ele é atribuída a redação do primeiro Evangelho, o qual nos apresenta um Messias humilhado, sofredor, crucificado e reconhecido como Filho de Deus pelo centurião.
Celebremos esta festa com o sincero desejo de conhecer e amar, de maneira
mais profunda, nosso Mestre Jesus Cristo.
II. Comentário
O evangelista Marcos não pertenceu ao grupo dos doze apóstolos, porém deve
ter sido discípulo de Jesus.
Pertencia a uma família de Jerusalém, que pôs sua casa à disposição dos primeiros cristãos (cf. At 12,12-16).
Participou da primeira viagem apostólica de Paulo (At 12,25; 13,5). Marcos
acompanhou Pedro a Roma e prestou-lhe serviços durante a prisão do chefe dos apóstolos (cf. Cl 4,10).
Se essas informações se confirmam, ficamos sabendo que Marcos extraiu de
fontes genuínas o Evangelho que ele põe por escrito, “o Evangelho de Marcos”.
As últimas palavras do seu Evangelho testemunham que muitos sinais e prodígios haveriam de acompanhar e confirmar a obra dos seguidores de Jesus.
Isso de fato aconteceu; a Igreja primitiva o comprova (Atos dos Apóstolos).
III. Atualização
• «Assim como o sol, criatura de Deus, é um e o mesmo em todo o mundo, também a pregação da verdade brilha em todos os lugares e ilumina todos aqueles que querem chegar ao conhecimento da verdade» (Santo Irineu de Lyon)
• «Todos somos chamados a ser escritores vivos do Evangelho,
portadores da Boa Nova a cada homem e mulher de hoje» (Francisco)
• «Desde a Ascensão, o plano de Deus entrou na sua consumação. Estamos na 'última hora' (1Jn 2,18). “O fim da história chegou para nós e a renovação do mundo já está decidida de forma irrevogável e até de alguma forma real já antecipada neste mundo. A Igreja, de fato, e na terra, caracteriza-se pela verdadeira santidade, ainda que imperfeita” (Concílio Vaticano II). O Reino de Cristo manifesta a sua presença através dos sinais milagrosos (cf. Mc 16,17-18) que acompanham o seu anúncio pela Igreja (cf. Mc 16,20)» (Catecismo da Igreja Católica, no 670.

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