segunda-feira, 25 de abril de 2022

HOMÍLIA DA SEGUNDA-FEIRA DA 2° SEMANA DA PÁSCOA

I. INTRODUÇÃO

Ide por todo o mundo e anunciai o Evangelho a todas as criaturas, aleluia!

  SÃO MARCOS, EVANGELISTA

(vermelho, glória, pref. dos apóstolos II, – ofício da festa)

   (Mc 16,15)

João Marcos era membro de uma família de Jerusalém que pôs sua casa à disposição dos primeiros cristãos.

Acompanhou Paulo em sua primeira viagem apostólica. Foi discípulo de Pedro em Roma.

A ele é atribuída a redação do primeiro Evangelho, o qual nos apresenta um Messias humilhado, sofredor, crucificado e reconhecido como Filho de Deus pelo centurião.

Celebremos esta festa com o sincero desejo de conhecer e amar, de maneira

 mais profunda, nosso Mestre Jesus Cristo.

 II. Comentário

 O evangelista Marcos não pertenceu ao grupo dos doze apóstolos, porém deve

 ter sido discípulo de Jesus.

Pertencia a uma família de Jerusalém, que pôs sua casa à disposição dos primeiros cristãos (cf. At 12,12-16).

Participou da primeira viagem apostólica de Paulo (At 12,25; 13,5). Marcos

 acompanhou Pedro a Roma e prestou-lhe serviços durante a prisão do chefe dos apóstolos (cf. Cl 4,10).

Se essas informações se confirmam, ficamos sabendo que Marcos extraiu de

 fontes genuínas o Evangelho que ele põe por escrito, “o Evangelho de Marcos”.

As últimas palavras do seu Evangelho testemunham que muitos sinais e prodígios haveriam de acompanhar e confirmar a obra dos seguidores de Jesus.


 Isso de fato aconteceu; a Igreja primitiva o comprova (Atos dos Apóstolos).

III. Atualização

 • «Assim como o sol, criatura de Deus, é um e o mesmo em todo o mundo, também a pregação da verdade brilha em todos os lugares e ilumina todos aqueles que querem chegar ao conhecimento da verdade» (Santo Irineu de Lyon)

• «Todos somos chamados a ser escritores vivos do Evangelho,

 portadores da Boa Nova a cada homem e mulher de hoje» (Francisco)

• «Desde a Ascensão, o plano de Deus entrou na sua consumação. Estamos na 'última hora' (1Jn 2,18). “O fim da história chegou para nós e a renovação do mundo já está decidida de forma irrevogável e até de alguma forma real já antecipada neste mundo. A Igreja, de fato, e na terra, caracteriza-se pela verdadeira santidade, ainda que imperfeita” (Concílio Vaticano II). O Reino de Cristo manifesta a sua presença através dos sinais milagrosos (cf. Mc 16,17-18) que acompanham o seu anúncio pela Igreja (cf. Mc 16,20)» (Catecismo da Igreja Católica, no 670.


  

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