Hoje escutamos mais uma vez a confidência que nos fez Jesus na Quinta Santa: o amor do Pai ao Filho é imenso, terno e entranhável. E desse jeito nos ama! O Pai ama ao Filho, e Jesus não deixa de dizê-lo. O Pai proclamou bem forte no Jordão, quando declarou que Jesus era o seu Filho amado Aquele em que estava seu pleno agrado; e mais tarde, de modo semelhante, no Tabor.
Hoje vemos o imenso amor que Jesus nos tem: Ele nos ama tanto como o Pai ama a seu Filho eterno. É um amor infinito! Com razão, Jesus Cristo nos pede que permaneçamos dentro de seu amor: É o melhor da vida do homem. E isto pode custar caro às vezes, mas o caminho é claro: Os passos de Jesus. Hoje, ouvimos outra vez a intima confidência que Jesus nos faz na Quintafeira Santa: “Como meu Pai me ama, assim também eu vos amo” (Jo 15,9).
O amor do Pai ao Filho é grande, terno, íntimo. Lemo-lo no livro dos Provérbios, quando afirma que antes de começar as obras “junto a ele estava eu como artífice, brincando todo o tempo diante dele” (Prov 8,30). Desse jeito Ele nos ama e, o anunciando profeticamente nesse livro, acrescenta que “brincando sobre o globo de sua terra, achando as minhas delícias junto aos filhos dos homens” (Prov 8,31). Senhor, se alguma vez me apartar dos Teus mandamentos, Te peço a graça de voltar correndo como o filho prodigo à casa do Pai por meio do Sacramento da penitência. Meus pais, meus irmãos gostam de mim muito, muito. Mas o Amor de Deus é Amor com maiúscula. Ele nos deu a vida e, ao mesmo tempo, deu sua vida por nós.
Pe. Edivânio José.

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